IMPOSTO DE RENDA

    Quem precisa declarar

    Veja, ao lado, as situações em que você está obrigado a entregar a declaração de 2026, referente à sua vida financeira de 2025.


    Meu Bolso em Dia

    Simples e descomplicado:

    seu primeiro curso de educação
    financeira começa aqui.

    Acesse

    Quer dicas para organizar suas finanças?

    Cadastre-se para atualizações mensais e receba conteúdos exclusivos sobre o mundo financeiro.

    PRAZO PARA ENTREGA DA DECLARAÇÃO:

    de 23 de março a 29 de maio de 2026. Não deixe para a última hora para não correr o risco de ter dificuldades no envio.

    TABELA DO IR | DECLARAÇÃO 2026 - ANO-BASE 2025

    A tabela considerada para a Declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) prevê isenção para quem recebe até R$ 3.036 por mês, considerando a aplicação do desconto simplificado mensal de R$ 607,20. Vale lembrar que a faixa de isenção do Imposto de Renda foi aumentada para R$5 mil a partir de janeiro de 2026. Essa mudança, no entanto, irá se refletir apenas na declaração a ser enviada em 2027 (ano-base 2026). Saiba mais.

     

     

    Entenda:

     

    Rendimento mensal (R$)

    Base de cálculo (R$)

    Alíquota IR (%)

    Parcela a deduzir (R$)

    Até 3.036

    Até 2.428,80

    0

    0

    De 3.036 a 3.533,31

    De 2.428,81 até 2.826,65

    7,5

    182,16

    De 3.533 a 4.688,85

    De 2.826,66 até 3.751,05

    15

    394,16

    De 4.688,85 a 5.830,85

    De 3.751,06 até 4.664,68

    22,5

    675,49

    Acima de 5.830,85

    Acima de 4.664,68

    27,5

    908,73

    Fonte: Gov.br

    Você pode fazer os cálculos no simulador oficial da Receita Federal.

    PASSO A PASSO PARA PREENCHER A DECLARAÇÃO PF

    Sempre que tiver dúvida no preenchimento, você pode recorrer ao ícone "Ajuda", na barra superior do programa de preenchimento da declaração. No índice, escolha o item que deseja consultar ou use o recurso de busca, na aba “Procurar”. Se preferir, aperte a tecla F1, em cada campo a ser preenchido, para obter orientações.

    Baixe e instale o programa

    Você pode preencher a sua declaração de imposto de renda de diferentes maneiras:

      1. Computador: baixe e instale o Programa do Imposto de Renda 2026 no site da Secretaria da Receita Federal. Ele estará disponível para download a partir do dia 20 de março.

      2. Computador - Preenchimento online: acesse o serviço “Meu Imposto de Renda” no Portal de Serviços do Contribuinte da Receita Federal. Para acessar, você precisa de uma conta Gov.br no nível ouro ou prata.

      3. Dispositivos móveis (tablets e smartphones): acesse o app “Receita Federal”, disponível nas lojas de aplicativos Google Play(sistema operacional Android) e  App Store (iOS). Você pode recuperar, pelo aplicativo, todos os documentos que precisar, como o recibo de envio ou a própria declaração.
    Escolha uma opção de preenchimento

    Abra o programa e, no menu no centro da página, selecione “Iniciar Importando Declaração de 2025”, depois, “Iniciar Declaração a partir da Pré-Preenchida” ou “Iniciar Declaração em Branco”. A primeira opção vale apenas para o contribuinte que entregou a declaração em 2025. 

    Se não for utilizar a pré-preenchida por meio do Portal de Serviços do Contribuinte, você poderá optar por importar dados da declaração de 2025 gravada no computador. Caso a tenha perdido, selecione a opção “Recuperar online” para baixar a declaração do site da Receita Federal.

    Atenção: sempre confira se os seus dados estão corretos, até mesmo quando optar pela declaração Pré-Preenchida. Neste ano, com o fim da Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fontes (Dirf), as informações da declaração Pré-Preenchida virão de outras fontes, como o eSocial e EFD-Reinf, o que pode gerar inconsistências.

    Dispensa de certificado digital com a Declaração Pré-Preenchida

    Fica dispensado o uso de certificado digital para quem opta pela “Declaração Pré-Preenchida”. Os dados do contribuinte e das fontes pagadoras, disponíveis na Receita Federal, são automaticamente carregados no momento em que você acessar sua conta no site www.gov.br. Nesse link, clique em “entrar”, no canto superior direito da página. Informe seu CPF. Em seguida, você precisa apenas complementar e ajustar as informações. 

    Também é possível optar pela “Declaração Pré-preenchida” para carregamento dos dados de seus dependentes. Até então, para que as informações de um dependente aparecessem automaticamente na declaração, era necessário que o contribuinte tivesse uma procuração eletrônica ou uma autorização de acesso concedida pelo dependente.

    Agora, o processo ficou mais simples. Se o dependente estiver vinculado ao contribuinte no cadastro do CPF e já estiver sendo declarado como dependente há pelo menos três anos, as informações dele poderão aparecer automaticamente na declaração pré-preenchida.

     Se esse não for seu caso e você ainda precisar de uma procuração, isso pode ser feito:

    Autorização de preenchimento por terceiros

    Você pode autorizar outra pessoa a fazer a sua declaração IRPF, usando a opção pré-preenchida. Pode ser um de seus dependentes ou outro familiar. Para isso, vocês devem ter uma conta ouro ou prata no portal Gov.br e usar o canal Meu Imposto de Renda (online ou aplicativo). O contribuinte pode definir a validade dessa autorização, com o limite de seis meses.

    Informe os pagamentos

    É possível transportar da declaração de 2025 dados de empresas e profissionais a quem você pagou. Assim, será preciso informar na ficha de “Pagamentos Efetuados” apenas os valores pagos. Se não for importar dados, clique em “criar nova declaração” para dar início ao processo.

    Identifique-se

    Na primeira ficha do formulário, a de Identificação do Contribuinte, selecione “Declaração de Ajuste Anual Original” e informe, se tiver, o número do recibo da declaração de 2025 – a falta desse dado não impede o envio da declaração de 2026.

    Comece o preenchimento

    A partir daí, o preenchimento é feito acessando as diferentes fichas pelo menu da esquerda da tela. O contribuinte que recebeu comprovante eletrônico de rendimentos ou de pagamento feito a plano de saúde poderá importar os dados e valores do documento para a declaração – no pé direito das fichas de rendimentos e de pagamento há o link para essa importação.

    COMO FUNCIONA O IMPOSTO DE RENDA DO MEI

    O microempreendedor individual (MEI) é a pessoa que trabalha como pequeno empresário de forma individual e tem faturamento anual de R$ 81 mil. Assim como os demais contribuintes, o MEI tem até o dia 29 de maio de 2026 para enviar a sua Declaração Anual de Faturamento do Simples Nacional (DASN-SIMEI), que é obrigatória e deve ser enviada mesmo que o MEI não tenha tido receitas durante o ano de 2025. O atraso na entrega da declaração do MEI pode acarretar em multa de 20% dos tributos declarados.

    Passo a passo para fazer a declaração do MEI

    1. Acesse o site do Simples Nacional e informe seu CNPJ.

    2. Marque o ano da declaração - 2025, neste caso.

    3. Feita a seleção do ano, irá aparecer na tela a palavra “original”. Deixe os demais campos em branco e clique em continuar.

    4. Informe o valor da receita bruta.

    5. Na tela, você verá dois campos a serem preenchidos: “receita de comércio e indústria” e “receita de prestação de serviços”. Preencha o valor de acordo com a natureza de operação de sua empresa e deixe o outro campo com o valor zero. O campo “receita bruta total” será preenchido automaticamente com a soma dos dois anteriores

    6. Na mesma tela, informe se sua empresa empregou alguém no ano. 

    7. Em seguida, o programa irá listar os pagamentos mensais de tributos feitos pelo MEI no ano passado.

    8. Confira as informações e clique em transmitir.

    Você deve guardar o comprovante de entrega de declaração por cinco anos. A entrega fora do prazo sujeita o contribuinte à multa de 2% ao mês de atraso, limitada a 20% sobre o valor total dos tributos declarados, ou mínimo de R$ 50,00. A multa é emitida automaticamente após a transmissão da declaração.

    Importante: se o MEI apresentar um rendimento maior do que R$ 35.584,00, deve também entregar a Declaração de Imposto de Renda para Pessoa Física, obedecendo as regras do IR de 2026. 

    NFS-e para MEI passa a seguir padrão nacional

    Desde 2023, a emissão da Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) para MEI segue um padrão nacional. No caso de serviços prestados para pessoas físicas, a nota não é obrigatória. Antes, as emissões das notas eram feitas nos portais das prefeituras municipais. Agora, todo MEI deverá emitir suas notas pelo Portal Nacional de Emissão de Nota Fiscal de Serviços eletrônica.

    Como fazer o primeiro acesso
    1. Acesse o portal Emissor Nacional: www.nfse.gov.br/EmissorNacional

    2. Você verá 3 opções de login. Caso tenha um certificado digital ou uma conta gov.br nível prata ou ouro, basta escolher essas opções. Caso não tenha, escolha a opção Acesso com usuário/senha e clique em "fazer primeiro acesso"

    3. Preencha os dados necessários e faça seu login

    4. Na área logada, clique em “configurações”

    5. Preencha os campos com e-mail e telefone que serão utilizados na geração da NFS-e

    6. Selecione no campo “Valor Aproximado dos Tributos” a terceira opção: “Não informar nenhum valor estimado para os tributos”

    7. Pronto! Você já pode acessar o Emissor de NFS-e!

    Como emitir a NFS-e no padrão nacional
    1. Acesse o portal Emissor Nacional ou o aplicativo NFS-e Mobile

    2. Clique em “Serviços favoritos” e, depois, “novo serviço favorito”

    3. Cadastre o tipo de serviço que você costuma prestar. É possível cadastrar até 10 tipos de serviços.

    4. Vá em “Emitir nota” e escolha “Emissão simplificada”

    5. Preencha os dados do tomador do serviço e selecione o serviço favorito que você já cadastrou

    6. Revise as informações de sua nota e pronto! 

    ATENÇÃO: lembre-se de manter o pagamento da contribuição  mensal do MEI (DAS) em dia para não perder o CNPJ.

    JUNTE A PAPELADA

    Ter a papelada organizada é meio caminho andado para fazer sua declaração. Confira a relação completa de documentos e organize tudo antes de começar. 

    Dica: Todos os documentos precisam ser guardados pelo prazo de cinco anos, caso a Receita Federal peça uma prova do que foi lançado na declaração. Assim, você deve guardar os papéis dessa declaração até 2031.

    1. Informes de rendimento

    A empresa deve fornecer esse documento a seus funcionários. Ela pode fornecer o comprovante eletrônico de rendimentos, que permite importar diretamente os dados para a declaração.

    2. Informes de rendimento de bancos e corretoras

    Os informes estão disponíveis no site do seu banco. Se você tem investimentos em corretoras de valores, também precisa do informe contendo saldo em conta em cada aplicação financeira, além de rendimentos obtidos no ano. Agora, ao usar a opção de declaração pré-preenchida, o sistema recupera automaticamente, entre outros dados, o saldo de sua conta bancária e investimentos em 31/12/2025.

    3. Recibos de aluguel
      • O proprietário de imóvel que tem renda de aluguel por meio de imobiliária deve receber documento com o total de rendimentos e taxa de administração.

      • Quem aluga por conta própria deve recorrer aos recibos mensais para declarar.

      • O inquilino também precisa declarar quanto pagou ao dono, utilizando seus recibos.

    4. Recibos de saúde
    • Despesas com planos de saúde são informadas por meio de comprovante anual fornecido pela operadora.

    • Despesas com médicos, dentistas, hospitais, psicólogos e outros profissionais da saúde podem ser declaradas com base em recibos em que constem nome e CPF ou CNPJ do emissor. 

    Importante: Empresas como clínicas, planos de saúde e outros serviços podem fornecer para a Receita Federal informações sobre pagamentos realizados, que são automaticamente carregados a opção de Declaração Pré-Preenchida.

     

    5. Recibos de educação

    Despesas com cursos regulares, de creche a doutorado, são declaradas com base em recibos mensais de pagamento ao estabelecimento de ensino.

    6. Previdência Privada

    O comprovante de contribuição e resgate é fornecido pela entidade em que você possui o investimento.

    7. Financiamentos

    O comprovante de pagamento de prestações no ano é fornecido pela instituição financeira que concedeu o crédito, mas o contribuinte pode utilizar também os recibos mensais de quitação.

    8. Imóvel
    • Quem vendeu ou comprou precisa ter em mãos o contrato da operação para discriminar o bem, identificar o comprador e o vendedor e informar os valores envolvidos.
    • Na declaração, informar: data da aquisição, área do imóvel, inscrição municipal (IPTU), registro de inscrição no órgão público e no cartório onde o imóvel está cadastrado.
    • Quem vendeu imóvel precisa conferir se ficou sujeito ao imposto sobre ganho de capital, que venceu no último dia útil do mês seguinte ao da venda.

    Os cartórios informam à Receita Federal os detalhes sobre a compra de imóveis, que são disponibilizados automaticamente no sistema do IR. Cabe ao contribuinte informar o valor efetivamente pago em 2025. Por exemplo: se você comprou um imóvel financiado no valor de R$ 100 mil, mas só pagou R$ 70 mil no ano, deve declarar apenas os R$ 70 mil.

     

    9. Recibos de autônomo

    Quem trabalha por conta precisa reunir os recibos mensais do DARF, documento usado para recolhimento mensal de imposto de autônomos que trabalham como pessoa física.

    10. Compra e venda de ações

    O contribuinte deve utilizar o controle feito por ele próprio ou pela corretora, se for o caso, com a apuração mensal de imposto.

    11. Doações em espécie e de bens

    É preciso informar o nome e o CPF do beneficiário e o valor em espécie do bem doado.

    12. Doações sociais

    Separe os comprovantes de doações para os Fundos dos Direitos Criança e do Adolescente e do Idoso e outras doações com incentivos fiscais (cultura, audiovisuais, esportes, etc.). Pela Declaração Pré-Preenchida, os dados são carregados automaticamente no sistema.

     

    13. CPF de dependentes

    Informar o CPF de dependentes ou beneficiários de pensão alimentícia de qualquer idade.

    14. Informações para quem é paga a pensão alimentícia

    Tenha o nome e o CPF da pessoa para a qual é feito o depósito de pensão alimentícia, assim como as informações sobre a decisão judicial ou escritura pública. O valor descontado em folha de pagamento vem mencionado no informe de rendimentos da empresa.

    15. Criptoativos

    Tenha em mãos os detalhamentos de criptoativos de sua propriedade, como o código Altcoin ou Stablecoin, as informações sobre custódia e o CNPJ do não-custodiante.

    COMO FAZER A DECLARAÇÃO: JUNTO OU SEPARADO?

    Um casal pode apresentar a declaração em conjunto ou de forma separada. Do ponto de vista financeiro, quando cada um recebe o seu próprio rendimento, de maneira geral, o mais indicado é fazer duas declarações. 

    Declarar em conjunto, em nome apenas do marido ou da mulher, será vantajoso quando um deles não recebeu salário, aluguel, benefícios do INSS, ou quando os valores recebidos forem baixos.

     

    1. Rendimentos

    Ao declarar em separado, cada um deve informar o total dos rendimentos próprios em sua respectiva declaração.

     

    2. Rendimento de bens comuns

    Quando os dois recebem rendimentos gerados por bens comuns (aluguel de imóvel que pertence aos dois, por exemplo), o casal tem duas opções:

    • Cada um informa 50% desses rendimentos.

    • Ou um deles inclui 100% dos rendimentos na sua declaração.

    3. Bens comuns

    Os bens que estão em nome dos dois, como imóvel, carro, ações e aplicações, poderão ser relacionados em uma só declaração e na sua totalidade. A outra pessoa deve informar, no campo “Discriminação”, o código 99 (Bens e Direitos), os bens comuns foram informados na declaração cônjuge, além do seu nome e CPF.

    4. Dependentes

    Os dependentes do casal não podem constar nas declarações de ambos. É preciso escolher quem fica na declaração de quem.

    DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA OU COMPLETA, COMO ESCOLHER?

    Você pode escolher entre duas formas de declaração: simplificada ou completa. A principal diferença entre elas está no uso das deduções legais permitidas para o cálculo do imposto a pagar/restituir.

    Quando usar a declaração simplificada

    Se você não teve gastos com saúde, educação, dependentes ou doações para reduzir o seu imposto a pagar e quer fazer um desconto automático de 20% dos seus rendimentos para seguir calculando o imposto, a declaração simplificada é para você. O desconto, no entanto, está limitado a R$ 16.754,34.

    Ainda que não use as deduções legais, é obrigatório informar na ficha de “Pagamentos Efetuados” todos os pagamentos feitos a médicos, dentistas, advogados, arquitetos, corretores, enfim, qualquer pagamento feito a um profissional, assim como a empresas, hospitais, convênios médicos e escolas. 

    Fique ligado: Caso você não lance essas informações, poderá pagar multa de 20% do valor não declarado.

    Quando fazer a declaração no formulário completo

    Nesse modelo, você utiliza no cálculo do imposto todas as deduções legais a que tem direito, assim como doações a fundos sociais e incentivos. Portanto, é indicado quando o total de deduções que podem ser comprovadas supera o desconto na simplificada.

    Quais são as deduções legais:

    1. Gastos com saúde, em sua totalidade.

    2. Despesas com educação até o limite de R$ 3.561,50 por pessoa (não é permitido incluir material escolar e gastos com atividades extracurriculares).

    3. Dependentes: a dedução é de R$ 2.275,08 por dependente. 

    4. Depósitos em planos de previdência privada do tipo PGBL até o limite de 12% dos rendimentos tributáveis.

    5. Pagamentos de pensão alimentícia, em sua totalidade.

    6. Doações e incentivos devido aos programas nacionais de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas/PCD), Conselhos da Criança e Adolescente, Fundos do Idoso, Incentivo à Cultura, Incentivo ao Esporte e de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon). A soma total das doações e incentivos não pode ser superior a 7% do imposto devido. 

    7. Despesas de quem trabalha por conta própria para exercer a profissão. 

    8. Aposentados com mais de 65 anos têm uma parcela de isenção adicional sobre a aposentadoria de R$ 1.903,98 por mês (janeiro a dezembro de 2025).

    Outras dicas importantes

    A escolha da forma de tributação é feita após o preenchimento da declaração. Você pode comparar o resultado para imposto na versão simplificada e na completa.

    Ao longo do preenchimento, conforme insere os dados, o contribuinte já vai sendo informado pelo programa sobre o valor do imposto nas duas opções.

    Após o envio da declaração, se perceber que errou na escolha da forma de tributação, o contribuinte pode fazer a troca apresentando uma retificadora. Isso, porém, só pode ser feito até 29 de maio de 2026.

    RENDIMENTOS

    Todo rendimento que você recebeu em 2025, como salário, aposentadoria, ganho de aplicações, dinheiro da previdência privada e vários outros, terá de ser declarado.

    Eles estão divididos pela Receita de acordo com o tipo de rendimento, quem paga e que tipo de imposto vai levar. Os nomes atribuídos a eles são técnicos, mas é preciso conhecê-los para que você encontre com facilidade as fichas de preenchimento na hora de declarar.

     

    Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica

    São aqueles recebidos de empresas ou entidades públicas e privadas. Os tipos de rendimento mais comuns são salário, aposentadoria e pensão do INSS e benefício da previdência privada  nesse contexto, o auxílio emergencial também passa a ser classificado como um rendimento tributável. Inclua nessa ficha os rendimentos recebidos por você ou por quem foi considerado dependente em sua declaração.

    Esses rendimentos já tiveram, em geral, um desconto do imposto no momento que foram pagos, o desconto na fonte. Mas, na declaração, serão somados a outros e podem ter mais imposto.

    As empresas podem emitir o comprovante eletrônico de rendimentos e enviá-lo por e-mail ao funcionário ou deixá-lo disponível no site da empresa com acesso restrito. Se esse for seu caso, você poderá transferir automaticamente os dados sem a necessidade de digitação.

    Fique ligado: A Receita Federal cruza eletronicamente as informações de todos os rendimentos declarados por você com os dados recebidos das empresas que lhe pagaram. Diferenças entre elas estão entre os motivos mais comuns para sua declaração cair na malha fina.

    1. Se for assalariado que recebe rendimento de outra pessoa física, em vez de uma empresa (pessoa jurídica), você deve informar também seus rendimentos nessa ficha.

     RENDIMENTOS TRIBUTÁVEIS RECEBIDOS DE PESSOA JURÍDICA:

    • Salários.

    • Aposentadoria e pensão do INSS.

    • Benefício recebido da previdência privada.

    • Aluguel recebido de empresa.

    • Pró-labore (retirada feita por dono de empresa) .

    • Bolsa de estudo que implique prestação de serviços do beneficiado, exceto de residência médica, que é isenta.

    • Benefícios indiretos pagos pelas empresas aos funcionários (despesas de supermercado, escola, aluguel de imóveis).

    • Dinheiro recebido por autônomo quando prestar serviços a empresas.

    Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física ou do Exterior

    Para as ocupações de médico, odontólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, corretor e administrador de imóveis ou advogado, é obrigatória a informação do CPF do responsável pelo pagamento recebido.

    São aqueles pagos por indivíduos, pessoas - e não empresas. Dentre os principais estão aluguéis que você recebe de seu inquilino, a pensão alimentícia e o dinheiro enviado a você por alguém que mora no exterior.

    Sobre esses rendimentos, você já deve ter recolhido por conta própria o imposto, mês a mês, ao longo de todo o ano de 2025. Nesta ficha da declaração, você informa quanto recebeu e quanto já recolheu de imposto.

    É também nessa ficha que você vai informar o total pago de pensão alimentícia, se for o caso, e o desconto por dependentes. Para que esses valores sejam deduzidos, você precisa informar os dependentes na ficha Dependentes, identificar o beneficiário de pensão alimentícia na ficha Alimentandos e incluir o valor e beneficiário da pensão alimentícia na ficha Pagamentos Efetuados. 

    Se recebe aluguel, você poderá deduzir do total recebido o que pagou de IPTU e condomínio, desde que tenham ficado a seu encargo, e despesas que teve com a imobiliária.

    A pensão alimentícia recebida por seus dependentes deve ser lançada nessa ficha de Rendimentos Recebidos de Pessoa Física na aba Dependentes, mês a mês. Ela será somada a seus rendimentos para cálculo do imposto na declaração.

    Dica: Se tem dependente com esse tipo de rendimento, você deve avaliar se não convém providenciar declaração própria para ele, para baixar o total de sua renda e, portanto, de seu imposto. Nesse caso, dependentes de qualquer idade precisam ter CPF próprio. Não há idade mínima para a emissão de CPF. Até mesmo bebês podem ser titulares em declaração.

    Quem presta serviço como autônomo e recebeu rendimentos de outra pessoa física deve informá-los nesta ficha.

    Quais são os rendimentos isentos

    São aqueles livres do desconto do imposto de renda. Eles precisam ser lançados na declaração, mas não serão considerados para o cálculo do imposto. A declaração será obrigatória se a soma desses rendimentos com os rendimentos de tributação exclusiva na fonte for superior a R$ 200 mil.

    Nos últimos anos, essa ficha passou a exigir maior detalhamento dos rendimentos que não levam impostos recebidos pelo contribuinte. Portanto, atenção no preenchimento das informações!

    PRINCIPAIS RENDIMENTOS ISENTOS E NÃO TRIBUTÁVEIS

    • Bolsas de estudo e de pesquisa caracterizadas como doação. Sem vantagem para quem doou e não exija prestação de serviços do beneficiado. Inclui, por exemplo, residência médica.

    • Seguro: dinheiro recebido em decorrência de morte ou invalidez permanente; de sinistro, furto ou roubo do bem que foi segurado.

    • Rendimentos do trabalho: indenizações; saque de FGTS; de PIS/Pasep; de seguro-desemprego; 1/3 das férias vendido à empresa; diárias e ajuda de custo em caso de remoção de um município para outro.

    • Venda de bens: lucro na venda de bens e direitos de até R$ 35 mil/mês ou até R$ 20.000,00 no caso de ações alienadas no mercado de balcão; do único imóvel com valor até R$ 440 mil, desde que tenha sido a única venda nos últimos cinco anos, e na venda de imóvel residencial para aquisição de outro imóvel residencial em 180 dias.

    • Empresários: lucros e dividendos; rendimentos de sócio ou titular de pequena ou microempresa optante pelo Simples. 

    • Benefícios previdenciários: parcela isenta de aposentadoria de declarantes com 65 anos ou mais; pensão ou aposentadoria por doença grave; auxílio-natalidade, auxílio-doença, auxílio-funeral e auxílio-acidente. 

    • Transferências patrimoniais: valores recebidos por doações e heranças desde que repassadas pelo mesmo valor que consta na declaração do doador. Mas a transferência de patrimônio é tributada pelos Estados, por diferentes critérios. 

    • Aplicações: rendimentos de poupança e letras hipotecárias; ganhos líquidos no mercado à vista de ações ou no mercado de ouro em operações de até R$ 20 mil em cada mês.

    • Outros: restituição do imposto sobre renda de anos anteriores; créditos de programas como o da Nota Fiscal Paulista.

     

    Rendimentos Tributáveis Exclusivamente na Fonte

    São os que sofrem desconto do imposto de renda apenas no momento em que são pagos ao contribuinte. Eles devem ser lançados na declaração, mas não vão interferir no cálculo do imposto.

    Se a soma desses rendimentos com os isentos for superior a R$ 200 mil., a declaração é obrigatória. Você deve informar, inclusive, os rendimentos referentes à participação nos lucros e resultados (PLR) da empresa em que trabalha.

    PRINCIPAIS RENDIMENTOS DE TRIBUTAÇÃO EXCLUSIVA NA FONTE

    • 13º salário.

    • Ganhos na venda de bens ou direitos.

    • Ganhos na venda de moeda estrangeira.

    • Ganhos líquidos na compra e venda de ações.

    • Rendimentos de aplicações financeiras.

    • Valores líquidos (rendimento menos imposto) de prêmios em dinheiro ou bens obtidos em loterias ou sorteios.
    COMO PREENCHER A DECLARAÇÃO DE BENS E DIREITOS

    A Receita Federal quer conhecer o seu patrimônio e saber se você comprou ou vendeu algum bem, ou seja, se seu patrimônio cresceu ou diminuiu de um ano para o outro. Para isso, você precisa colocar na ficha de Bens e Direitos os bens que já possuía antes de 2025, e os que foram adquiridos ou vendidos no ano passado.

    Como declarar aplicações

    Além de informar os saldos de conta corrente e aplicações em 31 de dezembro de 2024 e 2025, na ficha de Bens e Direitos, o contribuinte tem de relatar os rendimentos dessas aplicações em outras fichas da declaração. Todos esses dados estão no informe dado pelo banco. A partir de agora, também na Ficha de Bens e Direitos, você deve informar o código de negociação dos bens negociados em bolsa.

     

    Compra ou venda de veículo

    Toda compra e venda de veículos precisa ser informada na ficha Declaração de Bens e Direitos. Caso você tenha adquirido um veículo em 2025, é necessário informar o número do RENAVAM – Registro Nacional de Veículos. 

    Situação dos imóveis

    Toda e qualquer transação envolvendo imóvel precisa constar da ficha Declaração de Bens pelo valor de compra. Veja como informar as aquisições até 2024, compras e vendas em 2025 e prestações de financiamento pagas em 2025, assim como benfeitorias feitas no ano passado:

    Compra à vista até 2024: basta repetir na coluna 31/12/2024 o valor que constou na declaração entregue em 2025, ano-base 2024.

    Compra à vista em 2025: No quadro “Discriminação”, informe endereço, valor da aquisição, nome e CPF/CNPJ do vendedor, data do negócio e forma de pagamento. Deixe a coluna 31/12/2024 em branco e informe o valor da aquisição na coluna 31/12/2025.

    Compra financiada em 2024: No quadro “Discriminação”, informe endereço do imóvel, nome e CPF/CNPJ do vendedor, condições do financiamento (total financiado, entrada, prazo, valor da prestação, indexador) com construtora ou agente financeiro e data do negócio. Deixe a coluna 31/12/2024 em branco e informe o total pago com entrada e prestações em 2022 na coluna 31/12/2025. Não informe saldo devedor na ficha de “Dívidas” em caso de financiamento bancário.

    Compra financiada antes de 2025 com parcelas pagas em 2025: repita a discriminação do bem feita na declaração de 2025 (ano-base 2024). Na coluna 31/12/2024, repita o valor informado na declaração de 2025. A esse valor some pagamentos ao banco ou à construtora em 2025 e informe o novo total em 31/12/2025. Não informe o saldo devedor com banco na ficha de Dívidas.Venda em 2025: é preciso dar a baixa na Declaração de Bens, com dados da venda (valor, forma de recebimento, data) e do comprador (nome, CPF ou CNPJ) e checar se houve lucro tributável (diferença positiva entre valor da venda e valor de aquisição com as atualizações permitidas. Use o Programa de Apuração de Ganhos de Capital para fazer os cálculos.

    Compra e venda em 2025: o contribuinte deve informar no campo Discriminação os dados do imóvel, valor de compra, nome e CPF ou CNPJ do vendedor e também o valor de venda, nome e CPF ou CNPJ do comprador, deixando as colunas 31/12/2024 e 31/12/2025 em branco. Leia o item “Venda em 2025” para verificar a incidência de imposto sobre lucro na venda.

    Benfeitorias

    A forma de declarar as benfeitorias depende do ano de compra do imóvel.

    • Imóvel comprado de 1º de janeiro de 1989 em diante: o valor das benfeitorias deve ser acrescido ao do imóvel.
    • Imóvel adquirido até 31 de dezembro de 1988: as reformas devem ser incluídas em item próprio da ficha Bens e Direitos (código 17).
    Dívidas

    Na ficha Dívidas e Ônus Reais, você precisa informar as dívidas que tem com bancos, como crédito pessoal, cheque especial, com financeiras, outras empresas, ou com amigos e parentes de valor superior a R$ 5 mil em 31/12/2025. Mesmo que tenham sido assumidas e liquidadas ao longo de 2025.

    Não há necessidade de informar saldo devedor de financiamento do SFH ou de financiamento de veículo.

    Não precisa informar

    Bens com valores de aquisição inferior a R$ 5 mil (exceto carro), saldos de aplicações financeiras e de conta corrente de até R$ 140, registrados em 31/12/2025.

    DESCONTOS QUE VÃO REDUZIR O IMPOSTO

    Algumas de suas despesas feitas em 2025 poderão ser usadas como dedução agora na declaração de 2026, desde que você opte pelo modelo completo. Quem faz pelo modelo simplificado vai substituir todas essas despesas por um desconto de 20% dos seus rendimentos, até o limite de R$ 16.754,34 no cálculo do imposto.

    Os pagamentos efetuados a médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, planos de saúde e as despesas provenientes de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias são consideradas despesas médicas e, portanto, dedutíveis no imposto de renda. Procedimentos estéticos, ou quaisquer outros realizados por profissionais sem o CRM médico, não podem ser deduzidos. 

     

    Previdência social oficial

    Total recolhido no ano, por desconto da empresa feito em seu salário ou por conta própria ao INSS. 

    Pensão alimentícia

    Total pago a ex-marido, ex-mulher, filhos, etc, determinado pela justiça. O julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 5422, publicada no dia 23/08/2022, determinou que os valores de pensão alimentícia recebidos não são mais tributados pelo imposto de renda. Para quem paga a pensão alimentícia não houve alteração e o valor continua sendo dedutível.

     

    Despesas médicas

    Total de gastos com tratamento próprio e de dependentes com profissionais e empresas do setor de saúde.

    Gastos de autônomos

    Total de gastos registrados no livro-caixa para desempenho da atividade.

    Previdência privada

    Contribuição a plano de previdência fechada ou a Programa Gerador de Benefícios Livres (PGBL) é dedutível até 12% dos rendimentos tributáveis (vale somente para quem contribuir também a uma previdência oficial).

    Gastos com educação

    Com a do contribuinte e dos dependentes, restritos a creches, unidades de ensino pré-escolar, fundamental, médio e superior, pós-graduação, mestrado, doutorado, curso de especialização ou profissionalizante, até o limite individual de R$ 3.561,50.

    Gastos com cursos de idiomas, artes, dança, atividades esportivas e culturais, despesas com uniforme, transporte, material escolar e didático, não entram na lista de despesas dedutíveis.

     

    PRINCIPAIS SITUAÇÕES QUE GERAM ISENÇÃO DO PAGAMENTO DO IR

    Você sabia que há situações que garantem a isenção do imposto de renda e que muitas pessoas desconhecem? Doenças graves, como AIDS, câncer e Parkinson, integram essa lista. Para te ajudar, reunimos algumas dessas situações e como você deve proceder para se beneficiar da isenção.

     

    Doenças

    Algumas doenças graves dão direito à isenção do imposto de renda a pessoas que não exerçam atividade remunerada e que tenham, como fonte de renda, a aposentadoria, pensão ou outro benefício de previdência social. Para ter acesso à isenção, é preciso entrar com um pedido formal por meio do site Gov.br, apresentando laudo médico que comprove a enfermidade. A seguir, você conhece as principais delas:

    • AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) 

    • Alienação mental 

    • Cardiopatia grave (doença grave no coração)

    • Cegueira (inclusive monocular) 

    • Contaminação por radiação 

    • Doença de Paget em estados avançados (osteíte deformante) 

    • Doença de Parkinson 

    • Esclerose múltipla 

    • Espondiloartrose anquilosante 

    • Fibrose Cística (mucoviscidose) 

    • Hanseníase 

    • Nefropatia grave (doença grave nos rins) 

    • Hepatopatia grave (doença grave no fígado) 

    • Neoplasia maligna (câncer) 

    • Paralisia irreversível e incapacitante 

    • Tuberculose ativa 

    • Portadores de moléstia profissional

     

    Isenção do imposto de renda para idosos

    Aposentados e pensionistas a partir de 65 anos têm direito a uma isenção extra a partir do mês de aniversário. Isso significa que, além da isenção normal de R$ 2.824 por mês, esse público tem direito a mais uma isenção no mesmo valor.

     

    Como entrar com o pedido de isenção

    1. Você pode fazer a requisição pelo site Meu INSS ou pela Central de Atendimento, no telefone 135. Pelo celular, baixe o aplicativo na sua loja (Google Play ou App Store)

    2. Para acessar, utilize os mesmos dados do portal Gov.br e clique em “Novo pedido”

    3. Digite o nome do serviço e clique no nome correspondente que aparecer na lista

    4. Leia o texto e avance seguindo as instruções

     

    Documentação necessária

    Para dar entrada no pedido de isenção por doença, é preciso fornecer o número do seu CPF e os laudos médicos que comprovem a doença. Caso você queira nomear um procurador para fazer o pedido, é necessário apresentar uma procuração ou termo de representação legal e um documento de identificação com foto e CPF do procurador ou representante.

    Em alguns casos, é possível que o INSS solicite a realização de perícia médica em data, horário e local definidos pelo próprio órgão, quando é preciso apresentar documentos de identificação, laudos e exames originais.

     

    DECLARAÇÃO COM DEPENDENTES

    A inclusão, como dependentes, de pais, avós e bisavós com 65 anos ou mais que receberam aposentadoria ou pensão de até R$ 28.467,20 no ano passado e não tenham outra fonte de renda é vantajosa. Isso porque esse rendimento entra como isento na sua declaração sem elevar a base de cálculo do imposto e você pode abater despesas de saúde desse dependente.

     

    Simule a declaração com e sem dependente

    A inclusão, como dependentes, de pais, avós e bisavós com 65 anos ou mais que receberam aposentadoria ou pensão de até R$ 30.639,90 no ano passado e não tenham outra fonte de renda é vantajosa. Isso porque esse rendimento entra como isento na sua declaração sem elevar a base de cálculo do imposto e você pode abater despesas de saúde desse dependente.

    Veja quais dados são necessários: CPF do dependente, independentemente da idade que ele tenha, mesmo na declaração simplificada. 

     

    Quem pode ser incluído na declaração
    • Marido ou mulher; ou companheiro(a) com o (a) qual o (a) declarante tenha filho ou com quem viva há mais de cinco anos.

    • Parceiro(a) em relação homoafetiva existente há mais de cinco anos.

    • Filho(a) ou enteado(a) até 21 anos; ou até 24 anos se estiver fazendo curso técnico ou faculdade; ou de qualquer idade, se for incapacitado (a) física ou mentalmente para o trabalho.

    • Pais, avós ou bisavós que receberam em 2025 rendimentos tributáveis ou não até o limite de R$ R$ 28.467,20.

    • Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a) sem arrimo dos pais até 21 anos; ou incapaz de qualquer idade ou até 24 anos, se universitário(a) ou na escola técnica. Em todos os casos o contribuinte precisa ter a guarda judicial.

    • Sogro(a) sem rendimentos ou que recebeu rendimentos tributáveis ou não até R$ 30.639,90 em 2025, desde que o titular declare em conjunto com o cônjuge.

    • Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e do qual detenha a guarda judicial.

    • Pessoa incapaz da qual o contribuinte seja tutor ou curador.