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Glossário

Dúvidas frequentes
Crédito é o dinheiro emprestado por um banco. Nesse caso, o banco é o credor da dívida e empresta o valor estabelecido a uma taxa fixa de juros.
O PIB (Produto Interno Bruto) é uma medida que de valores e bens que um país produz durante um determinado período. Essa medida é muito importante para sabermos como está a economia e qual é o nível de riqueza desta região.
O aumento na média de preços de bens e serviços chama-se inflação. O poder de compra do nosso dinheiro diminui porque os valores estão inflados. Ou seja, com a mesma quantia que antes conseguíamos comprar o pãozinho e o frios na padaria, hoje só conseguimos comprar os frios, pois houve um aumento nos preços.
É o contrário da inflação, ou seja, é quando os preços do mercado caem e conseguimos comprar mais por menos.
O cheque é um documento que está no nome de um titular de uma conta corrente em um banco. Com este documento o banco paga o valor determinado à pessoa que quiser sacar e este dinheiro será debitado da conta daquele que emitiu o cheque. É uma maneira de realizar pagamentos quando não temos dinheiro ou cartão de crédito/ débito conosco.
Também pode ser chamada de "taxa básica", é a segunda menor taxa de juros da economia brasileira e é usada como referência para a economia brasileira. A usamos para decidir o piso dos juros no país e para que os bancos possam definir a remuneração de algumas aplicações financeiras feitas pelos clientes.
É uma forma de investimento de baixo risco e tem as suas regras determinadas pelo governo. Este tipo de aplicação é muito comum no Brasil e pode ser utilizada por pessoas físicas, jurídicas e também por instituições financeiras. Os valores depositados nas cadernetas de poupança são remunerados mensalmente e essa remuneração é baseada com taxas pré-estabelecidas pela legislação brasileira.
Este é um tipo de empréstimo que tem duração de no máximo 72 meses e os juros e as taxas variam de acordo com o valor, o contratante e a instituição. Para aposentados e pensionistas os juros são um pouco mais baixos e chegam no máximo até 2,34% ao mês. O pagamento das parcelas é feito de forma indireta, ou seja, as parcelas são descontadas direto na folha de pagamento da pessoa que contratou o crédito. Assim o credor tem a garantia de receber o que emprestou. E essa garantia contribui para que a consignação ofereça juros mais baixos que o cheque especial, por exemplo.
Quando temos dívidas com empresas, estas podem registrar o nossos nomes nos órgãos responsáveis pela proteção do crédito. Isso também é chamado de negativação. Caso você tenha sido informado que seu nome está negativado, é possível fazer uma consulta online ou ir até um posto de atendimento. Quando você estiver em dia com suas pendências, você pode localizar a empresa com a qual possui débitos e tentar realizar uma negociação. Uma vez quitada a dívida, a própria empresa irá retirar o seu nome da lista de devedores.
A Economia Solidária é um movimento que aposta mais nas relações entre as pessoas e no meio ambiente. É uma prática que valoriza a cooperação, o trabalhador, os recursos naturais e se responsabiliza por comunidades locais. Além de ser uma maneira diferente de produzir, vender, comprar e trocar produtos e serviços que fazem parte de nosso dia a dia.
Faça cálculos realistas para que os números não saiam do seu orçamento, análise o contrato do financiamento para que não tenha irregularidades, pesquise as melhores condições oferecidas, contate o banco da melhor forma possível geralmente pessoalmente é a melhor escolha, sugira soluções durante a conversa para que o contrato fique exatamente como você deseja e participe de feirões que geralmente trazem vantagens para os pagamentos.
A partir do momento em que o consumidor deixa de pagar uma conta, ele corre o risco de ter seu nome ligado ao Serasa, o cadastro de inadimplentes. Isso vai impedir que ele consiga tomar novos créditos na praça, a inclusão do nome vai depender do tipo de conta e da paciência do credor. Se for uma conta de telefone, por exemplo, a lei só permite que seja incluído depois de 90 dias, já uma prestação de loja ou boleto do condomínio o nome pode ficar sujo a partir do primeiro dia sem pagar.
Primeiro, deverá procurar o credor para quitar a dívida ou renegociar prazos e condições. O devedor deve solicitar um recibo de quitação da dívida para provar que a mesma foi paga ou o contrato, para provar que foi renegociada. A partir daí, cabe ao credor notificar a Serasa ou o SCPC do pagamento da dívida para que seja feita a exclusão do nome.
Serasa é uma empresa privada que tem um grande banco de dados com informações de bancos e cidadãos que indicam dívidas vencidas e não pagas, e o registro de protesto de título, ações judiciais, cheques sem fundo junto com outros registros provenientes de fontes públicas e oficiais.
Faça um planejamento com tudo que você gasta no mês, para saber o quanto vai poder usar para o pagamento das dívidas na hora de renegociar, assim você consegue se organizar e não deixar suas dívidas de lado para que não virem uma bola de neve.
Sim. O Financiamento é uma ferramenta importante para a expansão do negócio, e um processo natural de crescimento. Contudo, fique atento ao processo de contratação, e calcule bem se você terá condições de honrar o pagamento do financiamento sem comprometer seu crescimento.
O primeiro passo é levantar o histórico das operações da sua empresa. Com ele, você desenha o que funcionou ou não, e elabora soluções de antemão. É importante também saber o comportamento da concorrência. Pesquise a forma como ela é vista pelo público, e como estabelece sua estratégia para ele. Refaça a sua análise SWOT (ferramenta de negócios cujo nome é formado pelas iniciais em inglês de “forças”, “fraquezas”, “oportunidades” e “ameaças”) e de viabilidade econômico-financeira.
Primeiramente, faça uma análise dos seus objetivos: o que você deseja com a sociedade? Feito isso, pesquise os fundos de investimento existentes e opte por um que se adeque às suas condições financeiras. Uma boa fonte de informações é a Associação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP).
O cargo vem com a necessidade. Portanto, não tem pressa em estabelecer hierarquias existentes em outros negócios. Olhe para sua estrutura antes de tudo, e siga um modelo que se adeque a ela, fazendo contratações que somem para o projeto de crescimento da empresa.
Profissionalize sua empresa. As questões familiares não devem influenciar na condução dos seus objetivos. Diante disso, uma boa opção seria a busca de um investidor, consultor ou gestor externo. Ele pode implantar rotinas de profissionalização de que seu negócio precisa.
Uma das metodologias mais consagradas é o fluxo de caixa descontado. Com ela, você simula seu futuro financeiro por meio de sua capacidade de geração de caixa. Há também o método dos múltiplos, onde você faz comparações com outras empresas parecidas com a sua. Esse método é muito utilizado em negociações. Utilize os dois.
Pesquise sobre eles. Conheça o histórico profissional deles e, se estiver disposto a iniciar uma negociação, não o faça sozinho; contrate um assessor.
O mais importante é ser realista. Se você estabelece metas irreais, que visivelmente não serão atingidas, você provoca desconfiança da equipe. Trabalhe-as com sua equipe, buscando o melhor de cada um, contando assim com o comprometimento de todos.
As dívidas não são a parte frágil de um negócio. Existem várias linhas de financiamento (do BNDES, por exemplo) que podem ser pilares do crescimento da sua empresa. Fundos de investimento também são boas opções.
Valor anual descontado do rendimento do trabalhador ou da empresa e entregue ao governo federal, sendo que a porcentagem de desconto é fixada pelo governo de cada país onde é aplicado tal imposto.
Ele é realizado pela Receita Federal.
As pessoas com os seguintes requisitos devem fazer o IR: Rendimentos Tributáveis - As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 em 2014 (ano-base para a declaração do IR deste ano). Rendimento isentos - Os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado. Alienação de bens - Quem obteve, em qualquer mês de 2014, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas. Propriedade de bens - Quem tiver a posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2014, de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, também deve declarar IR neste ano. Este é o mesmo valor que constava no IR 2014 (relativo ao ano-base 2013). Novos residentes - Contribuintes que passaram à condição de residente no Brasil, em qualquer mês do ano passado, e que nesta condição se encontrassem em 31 de dezembro de 2013. Venda de Imóveis - Quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda. Atividade Rural - Quem teve, no ano passado, receita bruta em valor superior a R$ 134.082,75 oriunda de atividade rural. No IR de 2014, relativo ao ano-base 2013, este valor era de R$ 128.308,50. Compensação de Prejuízos - Quem pretenda compensar, no ano-calendário de 2014 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2014, informou a Receita Federal.
As pessoas que não precisam declarar o IR serão as que não possuem renda mensal superior a R$ 1.785,27. Pessoas que não possuem propriedade de bem com valor total acima de R$ 300 mil também não precisam declarar. O fator de doenças também influencia, tais como: AIDS, tuberculose, esclerose, Alienação mental, câncer, Parkinson, fibrose cística e outras doenças (existentes no site da Receita Federal) os pacientes não precisarão declarar o imposto de renda 2015. Pessoas que recebem benefícios concedidos através de pensão por morte ou invalidez, os que recebem seguro-desemprego, as pessoas com mais de 65 anos que recebam aposentadoria não maior que R$ 1.638,11 por mês.
Declarando dependentes no IR, você pode deduzir várias despesas e com isso pagar menos imposto ou recebendo uma restituição maior, nesse caso veja quem se enquadra como dependente: Filho (a) ou enteado (a), até 21 anos de idade; Filho (a) ou enteado (a), em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; Filho (a) ou enteado (a) universitário ou cursando escola técnica de segundo grau, até 24 anos; Irmão (ã), neto (a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem você detenha a guarda judicial, até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; Irmão (ã), neto (a) ou bisneto (a), sem arrimo dos pais, com idade de 21 anos até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que você, contribuinte, tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos; Menor pobre até 21 anos que você, contribuinte, crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial; Pessoa absolutamente incapaz, da qual você seja tutor ou curador. No caso de pais separados, é considerado dependente o filho que fica com o pai ou a mãe, em decorrência de cumprimento judicial. Companheiro (a) com quem você tenha filho em comum; Companheiro (a) com quem você viva há mais de cinco anos; Cônjuge; Pais, avós e bisavós que tenham recebido rendimentos, até R$ 21.453,24.
Restituição do imposto de renda é a devolução da diferença do imposto pago a maior. Em outras palavras, se a diferença do imposto de renda a ser pago (descontando-se as deduções) em relação ao imposto já pago ou retido na fonte for positiva, o contribuinte tem saldo a pagar.
A Receita Federal indica os meses de março e abril para a realização do IR.
Deixar para depois pode fazer o contribuinte perder o prazo e acabar tendo de pagar multa. O contribuinte que não entregar a declaração até 30 de abril está sujeito a pagar multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, ainda que integralmente pago, e o valor mínimo é de R$ 165,74.
• Declaração do imposto de renda do ano anterior com o (cópia de segurança) • Dados do endereço atual para atualização na declaração • Todos os informes de rendimentos do ano-base 2014 • Informe de Rendimentos provenientes do Recebimento de Lucros e Dividendos • Rendimentos de Autônomos (RPAs) – Informe de Rendimentos • Informe anual das contas correntes bancárias, poupanças e aplicações Financeiras no Brasil e exterior • Notas de compra e venda relativas a ações, operações a termo, futuro, opções e ouro de todas as operações efetuadas em 2014 • Extratos mensais da corretora que administra as ações • Recibos de despesas pagas com médicos, dentistas e outros em nome do contribuinte e seus dependentes ou alimentandos. • Extrato do plano de assistência médica, demonstrando os reembolsos com despesas médicas • Recibos de despesas pagas com instrução do contribuinte, e seus dependentes ou alimentandos. • Todos os DARFs relativos a recolhimentos efetuados em 2014 referentes a “carnê-leão”, complementação mensal facultativa, ganho de renda variável e ganho de capital. • Comprovante de pensão alimentícia judicial paga ou recebida em 2014 • Cópia dos documentos (recibos, contratos e outros) de aquisição e venda de bens imóveis. • Cópia dos documentos (recibos, notas fiscais e outros) de aquisição e venda de bens automotivos (automóveis, motos e outros) • Empréstimos concedidos e/ou recebidos de terceiros (data, valor, nome e CPF/ CNPJ) – Física e Jurídica • Dívidas contraídas, pagamentos efetuados e posição final Créditos a receber e respectiva origem • Comprovante de doação, patrocínio ou investimento em eventos culturais • Atividade Rural: comprovante de receitas, despesas e investimentos • Recibo de pagamento e cópias dos comprovantes de recolhimento da contribuição patronal do INSS do Empregado Doméstico, nº do CPF e NIRC • Comprovante de doações a partidos políticos, comitês financeiros e candidatos a cargos eletivos. • Dados dos bens no exterior (custo e data da aquisição)
No mercado financeiro, as aplicações de investimento mais comuns são Poupança, o Certificado de Depósito Bancário (CDB), o Recibo de Depósito Bancário (RDB) e os Fundos de Investimento.
Sim. Qualquer tipo de aplicação financeira está sujeita a riscos. Contudo, é possível reduzi-los com informações sobre a instituição financeira onde será feito o investimento, e também sobre as variáveis econômicas, como inflação, deflação e juros, que podem influenciar no saldo final do investimento.
A remuneração para investimentos na poupança segue as estabelecidas no artigo 12 da Lei 8.177, de 1991, alterada pela Lei 12.703, de 2012. Ah, é preciso lembrar que os valores depositados e mantidos em depósito por prazo inferior a um mês não recebem nenhum tipo de remuneração.
Fundo de investimento é a união de uma gama de recursos financeiros aplicados. O valor é recalculado de maneira regular de acordo com os rendimentos dos ativos financeiros que compõem o fundo. É preciso lembrar que a aplicação não garante retorno financeiro imediato ou positivo, uma vez que os fundos de investimentos estão sujeitos a variáveis econômicas. O funcionamento dos fundos de investimento depende de prévia autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Os fundos são classificados segundo o prazo de carência para o resgate do capital investimento, e também estão dependentes do nível de risco, do segmento em que atua, ou dos ativos que compõem o seu patrimônio.

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